segunda-feira, 14 de junho de 2010

e eis-nos chegados a mais uma semana




Autor desconhecido

sábado, 12 de junho de 2010

sexta-feira, 11 de junho de 2010

e eis que, por fim, começa




CliveMason/GettyImages
Foto: CliveMason/GettyImages


quinta-feira, 10 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

a prisão de cada um...

A Prisão de Cada Um....
Foto: A Prisão de Cada Um....
Autor:
mama






calcas em mim o teu eco




Autor desconhecido
Imagem retirada daqui


terça-feira, 8 de junho de 2010

a amizade trágica




É bom ter Pedro Lomba de regresso à blogosfera. No seu Sete Sombras deixou-nos mais um exemplo do que é sentir uma amizade e de como passar esse sentir a palavras com sentido para todos.






A amizade trágica

Admitamos então que a amizade é a amizade possível. A dúvida é saber: possível em relação a quê? Em relação a uma amizade mais ética e mais perfeita? No nosso caso, será possível num sentido diferente. Decidimos que a nossa amizade será a possível, apenas porque sabemos que facilmente se perderia noutra coisa. Para nos protegermos, convertemos a amizade numa experiência de fronteiras e possibilidades bem definidas. Como amigos não podemos ser mais daquilo que somos, visto que ambos adivinhamos que poderíamos perfeitamente ser mais daquilo que somos. Não sei se me entendem. Devemos estragar uma amizade possível com um amor possível? Eis a questão. E no entanto, é verdade que só conseguiremos viver uma amizade possível como ela merece se a alimentarmos em permanência com a ideia de um amor possível. E esse equilíbrio é o mais difícil de obter. A amizade possível é por isso a amizade trágica.



mais uma prenda da lana. como só dela poderia ser.








não está de tanga, está a dar-nos tanga








segunda-feira, 7 de junho de 2010

começar a semana com serenidade




Autor desconhecido



domingo, 6 de junho de 2010

sem dúvida genial




Concordo com a Pim, isto é mesmo genial...






sábado, 5 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

perspectiva relativamente ao que é sensato




Walk alone, by Chris Lamprianidis





Terão as pessoas noção do quanto preferem a hipocrisia? Terão as pessoas noção do quanto lhes perturba a frontalidade? Terão as pessoas noção de que não conseguem conviver pacificamente com o desassombro de quem não tem receio em ser o que é e com isso ser sincero e frontal? Não terão noção as pessoas de que devemos aceitar os outros nas suas diferenças e não naquilo que gostavam que elas se assemelhassem?

As pessoas preferem que lhes digam aquilo que elas querem ouvir e perante aqueles que lhes dizem, muitas vezes em inconsciência, não aquilo que elas gostariam de ouvir mas sim aquilo que pensam e que, muitas vezes, é o que elas merecem e precisam de ouvir, confundem e misturam essa verdade com os sentimentos que esta lhes provoca. As pessoas esquecem-se que a amizade não se mede por aquilo que gostaríamos que os outros fossem mas por aquilo que neles devemos respeitar: aquilo que efectivamente são. Se aceitamos alguém para estar perto de nós não o devemos aceitar só quando nos faz sentir bem. Pensar e fazer o contrário faz de nós mesquinhos, arrogantes e falsos. Muitas pessoas só quando batem no fundo é que ganham perspectiva relativamente ao que é sensato. Até lá, guardo-lhes desprezo.



tão perto e tão longe...





Via Obvious



foi com esta música que nasceu o rock progressivo, para muitos, inclusive para mim, exemplo perfeito de como a música deve ser




Pink Floyd at Earls Court, 1973






quinta-feira, 3 de junho de 2010

amargura sem título




Autor desconhecido



bom feriado




Insisto no Amor, de João Chaves

Foto: Insisto no Amor
Autor:
João Chaves






quarta-feira, 2 de junho de 2010

reafirmo, novamente, a impossibilidade de haver algo melhor








terá a ver com isto o facto do pretenso melhor jogador do mundo cada vez mais ser um dos piores jogadores da selecção dos incríveis?




Photobucket



prisão. solidão.




Solidão-prisão, de Karina Bertoncini

Foto: Solidão-prisão
Autor:
Karina Bertoncini






sim. eu sei. por vezes são, tão somente, chorrilhos de asneiras.







Em certas e não tão determinadas alturas não é fácil dar por mim naquele estado de alma necessário à prática que permite a execução daquilo que eu executo aqui. Para proceder a essa execução com regularidade e escorreita naturalidade preciso sentir-me particularizado em determinadas circunstâncias que, todas somadas, me permitem ser, diria eu de forma presunçosa e, aqui e ali, com laivos de arrogância que, por certo, poderão ser confundidos com sobrancereria e, porque não?, insolência, quase como que correntes amotinadas dum qualquer rio selvagem descendo a montanha em direcção ao mar. Agora que já partilhei convosco o meu momento poético do dia e fiz do vosso dia mais um dia que não mais esquecereis, de tão marcante o ter tornado, vou proceder de modo a aproveitar encontrar-me num desses cada vez mais raros estados de profusão criativa corrosiva.



terça-feira, 1 de junho de 2010

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