terça-feira, 20 de abril de 2010

inocência e rebeldia num olhar




© Kinskaj Aleksandra
Foto: Kinskaj Aleksandra



segunda-feira, 19 de abril de 2010

"há pecados tão agradáveis que, se os confessasse, cometia o pecado do orgulho" - sophie arnould




Sophie Holmes by Billy Nava
Sophie Holmes by Billy Nava



isto de festejar com os adeptos errados dá nisto...








post desprendido daquilo que poderão pensar dele







Há três verdades na vida: o céu é azul, a água é molhada e o euromilhôes faria de mim um tipo muito, muito, mas mesmo muito, feliz. Para além disso há pequenos pormaiores que ajudam a calcetar a estrada que poderá, ou não (o que se augura como mais provável de vir a acontecer), levar-te rumo à quimérica felicidade. Uma delas, por certo, digo eu, é as pessoas conseguirem fazerem-se reunir de pessoas que, mais que amigas, sejam pessoas íntegras. Tarefa que, per si, reconheço, por questões relacionadas com circunstâncias particulares, não se afigurará de fácil exequibilidade.

O meu raciocínio é simples e de fácil compreensão, pleonasticamente, conforme, por certo, todos terão reparado. Por certo as cerca de duas pessoas que se dão ao trabalho de ler, verdadeiramente, aquilo que escrevo (e aqui entenda-se que ler significa interpretar algo que está escrito) compreenderão o que deixei paragrafado nas linhas anteriores.

Quanto às outras, outro dia irei desenvolver a temática pela qual explico a sua dificuldade na compreensão daquilo que aqui vou deixando em forma de letras e caracteres, algo que estará relacionado com a sua dificuldade de compreensão da Língua Portuguesa ao nível da escrita.



"paul, querdido, que golo tão bonito!"




Love is beautiful



e se estás mesmo enganado damien rice?







We could wrestle with tomorrow
Till tomorrow's in the past
Because I have torn apart what's beautiful
To prove that nothing lasts

I have stayed locked behind this door
To show there's no way out
I got lost within the space between
The question and the doubt

On an ordinary day
In an ordinary way
I have combed the cracks of virtue
For a place to lay the blame

And I have hated, I have lied
Been guilty and denied
I've dismissed the ones who question me
Declaring I am right

What if I'm wrong
What if I'm wrong

I have built a wall between
What I believe and what is true
I have sacrificed the love I had
For power over you

I have deflected those who disagree
And walked over the weak
I have placed a gun within the mouth
Of those who dare to speak

On an ordinary day
In an ordinary way
I have crushed the minds of children
With extraordinary shame

And I have carried on this war
Though no one wins an endless fight
I have claimed that God is guiding me
And killed to prove I'm right

What if I'm wrong
What if I'm wrong
What if I'm wrong
What if I'm wrong

Is this soul worth saving at all?
Cos' if I lose my wings then surely I must fall
And God'll faint, fall insane

We could wrestle with tomorrow
Till tomorrow's in the past
We could tear apart what's beautiful
To prove that nothing lasts

We could stay locked behind the doors
To show there's no way out
We got lost within the space between
The question and the doubt

What if we're wrong



(Obrigado Lana, por teres partilhado esta música )



sexta-feira, 16 de abril de 2010

afraid of everyone








quinta-feira, 15 de abril de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

slash takes fergie to paradise city




Reza a história (original esta introdução, bem sei) que no regresso de um concerto, em San Franciso, na parte de trás duma carrinha alugada, Slash, nas asas do seu sempiterno virtuosismo, criou os alicerces daquela que viria, por mérito próprio, a entrar na galeria das melhores músicas de sempre: Paradise City.

Presumo que a maioria não esteja a par desta pequena pérola histórica e, como tal, este verdadeiro achado que vos servirá, por certo, para memória futura, compensará, presumo eu, a falta de originalidade da introdução deste post. Posto isto prossigamos.

Lado a lado com Welcome to the Jungle e Sweet Child O' Mine, no álbum debutante dos Guns n' Roses, Appetite for Destruction, Paradise City serviu de ariete na criação de uma nova era musical e na ascensão da banda ao trono do Hard Rock em particular e da música em geral. Estávamos nos idos anos 80. Há pouco menos que 23 anos para ser mais preciso (não que seja necessário precisar mas tenho que encher o post com qualquer coisa). No dia 21 de Julho de 1987 é lançado Appetite for Destruction. Viria a tornar-se, com cerca de 40 milhões de cópias vendidas, o álbum de estreia mais vendido de sempre.

Eis que findo este post em versão prosaica partilhando convosco a informação de que quase 23 anos depois Slash, no seu álbum de estreia a solo, faz-se reunir de vários artistas e, com Fergie bem por perto (além de virtuoso de tolo também não tem nada), oferece-nos, como sempre com a arte e a técnica suficientes de modo a conseguir combinar os sons da sua guitarra de maneira sublime ao ouvido, uma versão renovada, mais uma entre tantas que já foram feitas (atentem que por outros artistas que não ele) de Paradise City.






até a scarlett ficou contente com o meu regresso




© Michael Thompson



o rei está de volta








é que é sempre a mesma coisa...








segunda-feira, 12 de abril de 2010

eu sempre disse que o segredo das audiências do preço certo nunca foi o fernando mendes




Lenka da Silva



de regresso, também, às fotografias de beleza desenfreada




Autor desconhecido



e para vos mostrar que a minha ausência não toldou o meu bom gosto musical, de elevado e indubitável quilate, aqui tendes








não mais desespereis




Homer Simpson

Esta pretérita semana ficou marcada acima de tudo, bem sei, pela minha ausência dos prados verdejantes da blogosfera e se para tal não avisei a turba que me segue não mais foi do que por receio do que tal acto poderia causar a algumas pessoas, muitas por certo, da mesma. Estimo-vos muito ao ponto de vos prometer tentar, e não mais do que isso, não mais vos deixar na penumbra da minha ausência. Como tal e portanto, aqueles que tiveram saudades da esquizofrenia dos meus devaneios e assunções não mais precisam de viver em estado de desespero, ansiedade ou melancolia pois podem desde já saudar o meu regresso.



domingo, 4 de abril de 2010

a arte num olhar IV




A arte num olhar IV



sábado, 3 de abril de 2010

bom fim-de-semana








sexta-feira, 2 de abril de 2010

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