Há dias que teimam em não correr para o seu fim. Sento-me nas esquinas dos ponteiros ouvindo o bocejo do mundo. Salto fora do tempo. Espero que não me engula...
At Freddy’s House surge no inicio de 2006 na cidade de Braga. Entre o blues e o folk alternativo, os seus temas conjugam diferentes experiências em composições de forte expressão melódica. O projecto At Freddy’s House, criado num atravessar espontâneo de estilos e influências, desprende-se de rótulos ou sonoridades predefinidas.
“Rubber Nose” e “Drunken Boat”, dois temas integrados na colectânea “Acorda!” (organizada pela Antena3), servem de prelúdio para o álbum homónimo do projecto At Freddy’s House com edição prevista para o início do próximo ano. (texto retirado do blogue da banda)
Ainda a propósito do post anterior, e já que falamos de prémios, a FIFA chegou a considerar a possibilidade de criar um prémio para a melhor defesa do ano. Nada mais justo pensarão vocês (ou não). Pois eu penso assim (sou o que sou e não mudo caso não tenham reparado). Mandei para lá uma carta a perguntar porque não foram para a frente com a ideia e curiosamente eles responderam-me. Em primeira mão posso informar (ninguém me pediu segredo) que a FIFA não decidiu criar o prémio para melhor defesa porque por unanimidade da direcção (ou seja, do Sr. Blatter) já tem um vencedor atribuído. Pelos vistos lá na FIFA acharam que não valeria a pena pôr lá no site 10 defesas daquelas do outro mundo porque já toda a gente sabe quem ganharia por larga vantagem e quiçá por unanimidade.
Senhoras e senhores, em primeira mão e para todo o mundo, eis o vencedor:
Recentemente a FIFA criou um galardão que premeia o melhor golo do ano. A este troféu deu o nome de Fuskas Award, honrando o malogrado jogador húngaro Ferenc Puskas, um dos melhores jogadores de todos os tempos.
Para a primeira edição deste prémio já foram escolhidos os 10 finalistas, pré-seleccionados pelo Comité de Futebol da FIFA. O vencedor será escolhido por votação e para o efeito a FIFA disponibiliza no seu site (aqui) a lista de marcadores assim como as imagens de todos os golos.
Cristiano Ronaldo está nos 10 finalistas com aquele golo fantástico que ele marcou ao Porto nos quartos-de-final da Liga dos Campeões na época passada. Ou seja, o meu voto não vai para ele.
Deixo aqui as imagens dos 10 golos finalistas. O meu voto já tem dono: Grafite, do Wolfsburg. Comecei a ver o vídeo e quando vi o golo do israelita Eliran Atar pensei para comigo que melhor do que aquilo era impossível. Mas quando vi o golo de Grafite... fui logo votar.
Se quiserem deixem ficar cá a vossa preferência. Seria interessante conhecer opiniões diversas.
“A Sporting SAD informa que chegou a acordo com Miguel Angulo para a revogação do contrato de trabalho. Enaltecendo a sua conduta profissional ao serviço do Sporting, a SAD do Clube deseja a Miguel Angulo os maiores sucessos pessoais e profissionais”.
Acreditem ou não durou bem mais do que aquilo que eu esperava...
Sei que muitos já viram este vídeo mas não resisto a pôr isto aqui (até porque tenho que pôr aqui qualquer coisa). Rocky Baptiste é jogador duma equipa inglesa de futebol amador. Harrrow Borough é o nome da sua equipa.
No último fim-de-semana (sim eu sei que já não devo usar os tracinhos mas este blogue nunca há-de aderir ao Acordo Ortográfico) Rocky Baptiste marcou um grande golo na vitória da sua equipa por 5-3 contra outra de nome esquisito.
Mas o que anda a correr mundo e a ser motivo de chacota por tudo o que é sítio é o incrível falhanço de Rocky Baptiste. Há dias assim.
Estavam decorridos 14 minutos de jogo, entre Ascoli e o Reggina para a Série B italiana, quando Carlos Valdez, jogador da Reggina se lesiona. Um seu colega de equipa tenta colocar a bola fora do campo de modo a permitir a paragem do jogo e consequente entrada no terreno de jogo da equipa médica. O problema é que um jogador do Ascoli, que de inteligente não deve ter muito, impediu que a bola saísse e dando seguimento à jogada fez um passe para um seu colega de equipa, outro inteligente, fazer golo.
Alguns minutos, e não menos encontrões e insultos aos jogadores inteligentes do Ascoli, e uma expulsão depois o treinador do Ascoli, Giuseppe Pillon, ordenou aos seus jogadores que permitissem o golo de empate da Reggina.
Um raro exemplo de fair-play num lance que vai correr mundo. Um exemplo perfeito de como também o futebol pode e deve servir de exemplo.
Kieron Williamson tem 7 anos, vai à escola, brinca com os amigos, vê desenhos animados e joga à bola. Vida feliz, preenchida como a de tantas outras crianças. O que torna Kieron Williamson diferente, especial será o termo mais bem aplicado, é que nos intervalos duma vida normalmente preenchida vai arranjando tempo para dar corpo a um talento com tanto de precoce como de incrível.
Kieron Williamson explana com o pincel técnicas artísticas ao alcance de muitos poucos e já dominou técnicas que artistas experientes têm dificuldade em dominar.
Auguram-lhe um grande futuro olhando-lhe para o fantástico presente.
Everything is more complicated than you think. You only see a tenth of what is true. There are a million little strings attached to every choice you make. You can destroy your life every time you choose. But maybe you won't know for 20 years and you may never, ever trace it to its source. And you only get one chance to play it out. Just try and figure out your own divorce. And they say there is no fate, but there is, it's what you create. And even though the world goes on for eons and eons you are only here for a fraction of a fraction of a second. Most of your time is spent being dead or not yet born. But while alive, you wait in vain wasting years for a phone call or a letter or a look from someone or something to make it all right. And it never comes, or it seems to, but it doesn't really. So you spend your time in vague regret or vaguer hope that something good will come along. Something to make you feel connected. Something to make you feel whole. Something to make you feel loved. And the truth is, I feel so angry. And the truth is, I feel so fucking sad. And the truth is, I've felt so fucking hurt for so fucking long. And for just as long, I've been pretending I'm okay just to get along, just for... I don't know why. Maybe because no one wants to hear about my misery because they have their own. Well, fuck everybody. Amen.