quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

nada se perde, nada se cria, tudo se transforma




Um dia, por mero acaso, o artista plástico Nick Gentry apercebeu-se que a peça de metal circular no verso dos disquetes funcionava bem como metáfora para o olho humano. Isto levou-o a pensar que talvez houvesse forma de utilizar objectos obsoletos e inúteis nos seus trabalhos. Diskettes, fitas de k7 e vídeo, entre outros, passaram a servir de base para os trabalhos do artista.

Obras lindíssimas que, ironicamente, visam focar o avanço tecnológico.








3 comentários:

  1. Fantástico! Ainda ontem mesmo usei essa mesma frase... Gostei do lado irónico da coisa ;)

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  2. É, sem dúvida, um trabalho fantástico. Do nada criar algo é sempre algo sublime. Mesma frase? Claro. Great minds think alike :p

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  3. Inventar algo é uma tarefa bastante difícil mas REinventar acaba por a dupla superação dessa dificuldade ,)

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