terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

homem ressuscita depois de 18 minutos sem respirar







Rob Waggett nessa noite deitou-se cedo. Era domingo, sentia-se gripado e fraco. Duas horas depois a sua mulher, Dianna, apercebeu-se das suas dificuldades respiratórias. Quando chegou ao quarto ainda foi a tempo de ver o seu marido dar um último suspiro.

Após chamar os serviços de emergência Dianna abraçou o marido, disse-lhe que o amava e despediu-se dele. “Ele morreu em meus braços”, disse ela a um jornal local. “Eu disse adeus e disse que o amava.”

Os paramédicos chegaram 4 minutos depois; usaram desfibriladores para dar choques a Rob seis vezes. Na sétima vez, ao fim de 18 minutos depois de ter deixado de respirar, o corpo voltou a deixar entrar o ar nos seus pulmões e Rob regressou dos mortos.

Foi internado num hospital, onde passou 3 dias em coma induzido. Os médicos avisaram Dianna que Rob, mesmo que conseguisse sobreviver nas 48 horas seguintes, hipótese considerada remota pelos mesmos, iria sofrer de sequelas gravíssimas. Dianna não sabia o que iria dizer aos dois filhos do casal.

Quando Rob acordou não reconhecia a pessoa que estava deitada a seu lado. No dia seguinte quando acordou perguntou às enfermeiras porque é que a sua mulher estava deitada no chão. Pouco a pouco começou a recuperar as suas memórias mais antigas e estava em condições para se encontrar com os seus filhos.



Rob Waggett voltou para casa este domingo em Newport, no País de Gales. Os médicos não encontraram ainda explicação para o seu ataque cardíaco. Muito menos encontraram explicação para o facto de Rob não apresentar sequelas relevantes após 18 minutos de inanimação. De acordo com especialistas, uma pessoa normalmente consegue sobreviver até quatro minutos depois que pára de respirar, no caso de uma paragem cardíaca. Depois disso, a probabilidade maior é de que essa pessoa morra ou sofra sequelas graes. A única sequela que Rob aparenta apresentar é só perda de memória para os momentos recentes anteriores ao ataque que o quis derrotar. Infrutiferamente.


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